Diga NÃO à CPMF ou imposto digital e SIM à Taxação das Grandes Fortunas

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Como o SITRAEMG tem denunciado, embora a Reforma Administrativa já esteja em tramitação no Senado, através do chamado Plano Mais Brasil ou PECs 186, 187 e 188/2020, o governo, sua base no Congresso Nacional e o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), com o apoio da imprensa, tentam convencer a população de que a proposta governista (a reforma administrativa visa reduzir salários e retirar direitos dos servidores e esvaziar os serviços públicos para transferir recursos do Tesouro para a iniciativa privada, via bancos, com o comprometimento ainda maior do orçamento da União para o pagamento dos juros da dívida pública) ainda não foi encaminhada ao Congresso Nacional. A estratégia, obviamente, é desviar as atenções dos servidores e da sociedade sobre as três PECs e, assim, elas avancem e sejam aprovadas sem resistência.

E agora, tentam fazer o mesmo jogo em relação a mais um imposto sobre o consumo que o governo quer criar.

Para evitar que isto aconteça, o SITRAEMG sugere a todos os servidores do Judiciário Federal em Minas Gerais que encaminhem a mensagem abaixo a todos os deputados e senadores mineiros alertando-os que não aceitam a criação de mais um tributo que proteja os mais ricos em detrimento de toda a sociedade. Depois de ler a mensagem, é só clicar ENVIAR.

Senhor(a) Parlamentar,

O ministro da Economia, Paulo Guedes, vem defendendo a criação de mais um imposto - desta vez, segundo ele, sobre transições financeiras de débito e crédito. Enquanto isso, fazendo coro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (sempre juntos, não é?!), os veículos de imprensa aparentam estar contra Guedes, espalhando a notícia de que a intenção do governo é recriar a antiga e impopular Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Por um lado, os holofotes voltam-se para a ameaça do retorno da CPMF; por outro, mais discretamente, Guedes sustenta que o novo tributo será sobre movimentações digitais e recairá somente sobre valores lançados em cartões de crédito ou débito relativos a compras efetuadas via internet.

Sabemos, porém, que tudo isso não passa de mais um jogo de cena. Guedes, Maia e a imprensa querem o "imposto sobre transações digitais". É essa, no final das contas, a única "reforma" tributária que todos eles aceitam fazer, pois será apenas mais um imposto sobre o consumo, que é a maior e mais fácil fonte de arrecadação do governo sem incomodar os milionários e bilionários em suas gigantescas fortunas. E usam o subterfúgio do falso confronto para aprovar sem resistências.

Mas que fique claro: NÃO aceitamos nem a volta da CPMF nem o imposto sobre transações digitais. Queremos democracia fiscal. SIM: Tributação das Grandes Fortunas, Já!

Servidor(a) do Judiciário Federal em Minas Gerais